No modelo "per seriatim”, cada juiz apresenta individualmente o seu voto, expondo de forma autônoma sua fundamentação jurídica. A decisão final resulta da soma desses votos individuais, que podem se basear em fundamentos distintos entre si. Esse é o modelo atualmente utilizado no Supremo Tribunal Federal do Brasil, bem como em outros países, como Canadá e Índia.
No modelo “per curiam", a decisão é redigida como a posição institucional da corte, expressa em uma única opinião majoritária. As razões jurídicas são apresentadas de forma coletiva, e os votos individuais normalmente não são divulgados separadamente, embora possam existir opiniões concorrentes ou dissidentes em alguns casos. Um exemplo desse modelo é o adotado pela Suprema Corte dos Estados Unidos.